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A jornada até o momento

Diário de Bordo Data Estelar 190519

Como diz um ditado popular, “até aqui o Senhor ajudou.” Não faço a menor ideia se isso faz algum sentido, tampouco tenho interesse em saber, mas a verdade é que eu deveria ter passado mais tempo por aqui. Malgrado um problema neste wordpress instalado, eu acabei empurrando resolver isso enquanto me ocupava de mil outras coisas, até conseguir com a ajuda do suporte da hospedagem. Thanks Locaweb! 😉 Não sendo especialista em Tecnologia da Informação, mas entendendo um tiquinho disso, deu para seguir um passo a passo e solucionar a coisa.

Azul na Escuridão, o primeiro EP de O Quântico Romance, saiu como prometido e sacramentado em 26 de abril, e foi uma pequena jornada de apreensão e ansiedade.

Quando digo pequena é porque foi pequena mesmo, porque não sofro de nenhum desses males ou administro de forma bem controlada essas sensações. Embora poucas e esporádicas, as impressões e reviews que venho recebendo desde então foram bem positivas de forma que considero ter atingido o objetivo deste lançamento que foi apresentar o projeto por meio de algumas músicas (Claro, já que sou um projeto de música e esta é a matéria fundamental e o cerne de toda realização. :p).

Como falei em entrevista ao Raro Zine (sairá em breve no site deles), Azul na Escuridão é um trabalho fechado em si e nenhuma das músicas do EP retornará para o primeiro grande álbum de O Quântico Romance.

Atualmente tenho sete músicas em produção e mais duas em composição e é certeza que o álbum, do jeito que estou projetando, consumirá alguns meses até eu dar por encerrados os trabalhos. Isso não é necessariamente ruim assim como também não é necessariamente bom…como comentei com o Diego em seu blog, não acho que música seja uma arte “apressada”, apesar de muitas músicas (especialmente no mainstream) parecerem feitas com alguma celeridade, mas isso não vem ao caso agora…

Algumas músicas do primeiro álbum são ainda material que lancei como Technofactor e estão passando por uma certa “lanternagem”, por assim dizer. Canções como Reprise e Castelos que Ergui devem ganhar um punch sonoro, de forma a serem revitalizadas. Os próximos passos, dentro de todo este processo, será traçar uma estratégia de lançamento com a Paranoia Musique (o selo deste projeto, do Cubüs, Gangue Morcego, entre outros) e promover algumas ações de interatividade com vocês, o público em formação.

Eu vislumbro uma jornada do tipo pequenos lançamentos pontuais (singles, vídeos ou cover) até o lançamento do álbum full, e mais interação entre a gente. Como citei na entrevista, tenho planos de montar banda para o Quântico Romance mas, se isso realmente acontecer, deve também levar um tempinho médio-longo prazo. Ou seja, se rolar será algo projetado para 2020 em diante. Mas não percamos o ânimo, porque a fase agora é de mostrar serviço e apresentar música, que é sim o elemento mais importante de tudo. O que justifica o fato de estar retornando à algumas canções, simplesmente porque acredito na força e no potencial das mesmas.

Por mais que os artistas tenham mais ou menos recursos de investimentos, ainda assim, eu acredito que a música sendo boa (eu sei que tem a subjetividade aí, mas músicos entenderão que me refiro à aspectos técnicos de harmonização, composição, etc..) ela deve ser capaz de conquistar por si mesma.

Então é isso meus amigos. Voltarei aqui pra anunciar as novidades sobre as músicas que virão, ou pra tergiversar sobre coisas menos importantes (como a derrota que tá sendo a última temporada de GOT). Enquanto isso, temos o EP pra ouvir à vontade e o recém-lançado clipe de Marcha dos Enterros com um olhar sobre arte tumular e turismo cemiterial.

Enjoy! 😉

**** Fim da Transmissão ****

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